Mãe canguru.





Mãe  de dois, e assim continuo a construir meu mundo no mundo deles, e na verdade são  eles que constroem e descomstroem tudo  sempre.

Eu poderia dizer que nasci de novo, ou que renasci, e que agora eu entendo  a luta diária da minha  mãe para criar a mim e meus irmãos, e ir correndo pedir perdão por todas as teimosias, respostas ou qualquer outro tipo considerado mau comportamento.

Mas, pensando bem.  Se tudo isto não tivesse acontecido eu nao estaria aqui escrevendo meu primeiro  post como Brunabiblio mãe e tendo o gosto do amadurecimento que adquiri.

E começo as postagens  desse blog contando sobre uma experiência única pra mim, mas que outras mulheres já experimentaram e  as que tiveram sucesso geralmente dão  depoimentos semelhantes.

Mãe  canguru. Usei com o meu primeiro filho até os 7 meses de idade e a proporção  disso tudo é o chamego que ficou e ainda existe entre nós.

Hoje, o meu filho Acauã  apresenta um comportamento seguro e carinhoso, e a sua amamentação foi de excelência fazendo com que ele desenvolvesse bem a sua disposição energeticamente sapeca.

Já, a minha filha Zaira e eu começamos a compartilhar desse chamego gostoso que o sling proporciona.

E agora falando de mim, minha coluna, querida lombar, e todo o calor e amor envolvido, a minha áurea  que o acobertou junto ao sling, toda essa ligação que fizemos só  me deu saúde e liberdade de me expressar corporalmente e conduzir todas as minhas tarefas do dia a dia de mãe  puerpério canguru.

Portanto, Vermelha Sher com seu @calordemãe, gratidão pela experiência compartilhada. Meus filhos, Acauã e Zaira agradecem o maternidade canguru que você nos ensinou.

Bruna Dayane

@brunabiblio
@brunasilvalibrarian

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